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“Em um trabalho conjunto com seus bispos, os padres irão abordar os tópicos sociais de seu presente: da fome e da falta de teto à dignidade dos católicos gays e das católicas lésbicas.”
“...sofrem exílio por sua ‘condição desordenada'’ católicos devotados que sejam homossexuais ou lésbicas...” .

“O cristianismo só permanecerá vivo se souber reinterpretar seus textos e adaptá-los às novas situações e à nova experiência histórica que vivemos.”

“A consciência é uma lei de nosso espírito que ultrapassa nosso espírito, nos faz imposições, significa responsabilidade e dever, temor e esperança... É a mensageira daquele que, no mundo da natureza bem como no mundo da graça, nos fala através de um véu, nos instrui e nos governa. A consciência é o primeiro de todos os vigários de Cristo.”

“Pai santo... fazei que todos os membros da Igreja, à luz da fé, saibam reconhecer os sinais dos tempos e empenhem-se, de verdade, no serviço do Evangelho. Tornai-nos abertos e disponíveis para todos, para que possamos partilhar as dores e as angústias, as alegrias e as esperanças, e andar juntos no caminho do vosso reino.”

“Pai misericordioso... dai-nos olhos para ver as necessidades e os sofrimentos dos nossos irmãos e irmãs: inspirai-nos palavras e ações para confortar os desanimados e oprimidos; fazei que, a exemplo de Cristo, e seguindo o seu mandamento, nos empenhemos lealmente no serviço a eles. Vossa Igreja seja testemunha viva da verdade e da liberdade, da justiça e da paz, para que a humanidade se abra à esperança de um mundo novo”

“Nisto reconhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros”.
Evangelho de João (13,35)
“Todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conheceu a Deus, porque Deus é Amor”
1 João 4,7-8
“É legítima a reivindicação dos homossexuais de viver na sociedade sendo respeitados em suas diferenças, sem discriminações ou perseguições que os oprimam”.
Cardeal Dom Geraldo Majella Agnelo, então presidente da CNBB, em depoimento à revista Época (10/1/2005).
“São dignas de admiração a particular solicitude e a boa vontade demonstrada por muitos sacerdotes e religiosos, no atendimento pastoral às pessoas homossexuais; esta Congregação [da Doutrina da Fé] espera que tal solicitude e boa vontade não diminuam”.
Cardeal Joseph Ratzinger, no documento Carta aos bispos da Igreja Católica sobre o atendimento pastoral de pessoas homossexuais (Roma, 1986, número13).
“O Cristianismo não é um conjunto de proibições, mas uma opção positiva. E é muito importante que evidenciemos isso novamente, porque essa consciência, hoje, desapareceu quase que completamente”.
Papa Bento 16, em entrevista à televisão alemã (13/8/2006).

“A consciência é a intimidade secreta, o sacrário da pessoa, em que se encontra a sós com Deus e onde lhe ouve intimamente a voz. Na consciência revela-se, de modo admirável, a lei que consiste em amar a Deus e ao próximo.

A fidelidade à própria consciência é o laço mais profundo que une todos os seres humanos entre si, inclusive os cristãos, na busca da verdade e de um solução autêntica para os problemas morais que surgem na vida de cada um e na relação de uns com os outros, na sociedade...

Ninguém seja levado a agir contra a consciência nem impedido de agir de acordo com ela”.

Documentos do Concílio Vaticano II (1965): constituição pastoral Gaudim et Spes (número 16) e declaração Dignitatis Humanae (número 2).
“Se eu tivesse de trazer a religião para um brinde depois de um almoço – coisa que não é muito indicado fazer – brindaria pelo papa. Mas primeiro pela consciência e depois pelo papa”.
Cardeal John Henry Newman (1801-1890), carta ao duque de Norfolk.